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“VIDA CORRIDA EU SOU, CORRER NO PARQUE EU VOU”

Escrito por: EBVB

ONG vida corrida one2030 A história de superação de Neide Santos, fundadora da ONG Vida Corrida, é um exemplo para todos.

Mas durante a Terceira Jornada do ONE2030, que tratou o ODS 3 Saúde e Bem-Estar, Neide contou mais que sua trajetória, contou sobre o benefícios que o esporte proporciona, contou sobre seus objetivos e do que anda correndo atrás, ultimamente.

“Estou sempre correndo atrás de qualidade de vida e de transformar a vida de alguém com a corrida”, afirma ela.

Buscar orientação em qualquer prática desportiva é fundamental, seja para os iniciantes, seja para os que já praticam alguma atividade física. E esse foi também um dos objetivos do surgimento do Projeto da ONG Vida Corrida: orientar mulheres que ansiavam por praticar a corrida.

A “filha do vento”, como foi chamada pelo professor que a colocou pra correr uma prova de revezamento 4x100m com bastão como substituta de uma colega lesionada, aos 14 anos, coloca a amizade como sendo uma das mágicas que a corrida proporciona, ao mesmo tempo em que trata, de forma intensa e a exemplo de outros esportes como a natação, o individual de cada um, o conhecimento dos próprios limites e a auto crítica pessoal.

Essas são as maiores ferramentas para se alcançar equilíbrio, aquietamento da mente e paz interior, segundo o Livros dos Vedas, o livro sagrado da filosofia iogue, que conta com mais de 5 mil anos de história.

Desde 1999, o projeto Vida Corrida oferece treino de corrida para adultos e crianças a partir dos 6 anos. As aulas, que vão de 2ªf à 6ªf, são gratuitas e ocorrem no Parque do Capão Redondo, periferia de São Paulo.

Mas o treinador Balbino Santos já avisa: antes de tudo, é preciso fazer uma avaliação médica, para ver se o organismo por completo está em condições de aguentar”. Outras duas dicas estão ligadas ao calçado e à pisada, que adequados, não causam lesões; além dos alongamentos, afinal, correr e sair correndo são coisas bem distintas.

DRAUZIO DÁ DICA!

No site do Dr. Drauzio Varella há uma página inteira sobre Exercícios e Mortalidade. Em um dos artigos, ele chega a afirmar que, segundo a Organização Mundial da Saúde, o impacto nocivo do sedentarismo na saúde é comparável ao do cigarro.

E conta ainda que publicações científicas mostraram de forma consistente que a prática de exercícios está associada a cerca de 30% de redução dos índices de mortalidade. Talvez a lógica devesse até ser invertida: não é que o exercício faça bem para o organismo, a vida sedentária é que faz muito mal.

Com base na experiência científica acumulada, os serviços de saúde passaram a recomendar pelo menos 150 minutos semanais de atividade física moderada ou 75 minutos de atividade mais intensa. Mas, segundo o Dr. Drauzio, a tendência atual é considerar tímida a recomendação de 150 minutos de exercícios leves ou 75 minutos de exercícios mais intensos, por semana, uma vez que o dia tem 1.440 minutos, e a semana 10.080.

E, para quem não a vê a vida corrida de quem mora nas grandes metrópoles como um impecílio, fica a dica de uma turma que leva uma Vida Corrida, ao pé da letra!